terça-feira, 18 de agosto de 2026

A teia das possibilidades é feita de emaranhados que me puxam de volta sempre que eu acredito estar solta. É o fantasma terrivelmente parecido na fila do mercado. A sombra na parada do ônibus que reflete as curvas do cabelo igual o teu. A insistência em vigilância que eu sei que não significa nada e, mesmo assim, me arrasta pra perguntas que não serão respondidas. Pensamentos intrusivos que me rodeiam às 17h37, a caminho de um café.